terça-feira, 12 de setembro de 2017

Escola de Frankfurt filosofia/sociologia

Hoje terça feira  as aula foram de

História,química,sociologia,religião,ed.física e matemática 1.


Na aula de História foi aspectos gerais o renascimento  

Na aula de química foi laboratório

Na aula de Sociologia foi escola de frankfunt

Na aula de religião foi filme 

Na aula de ed.física foi xadrez 


Na aula de matemática 1 foi p.a e p.g 

Escola de Frankfurt 

Contexto Histórico: Resumo

A Escola de Frankfurt teve seus alicerces fundados em 1923. Nesse ano, Félix Weil realizou um congresso acadêmico de sucesso que reuniu os principais pensadores marxistas da época.
Contudo, a fundação do "Instituto para Pesquisa Social" (Institut für Sozialforschung) se daria somente em 22 de junho de 1924.
Era um anexo da Universidade de Frankfurt que estava sob a direção de Carl Grünberg. Ele dirigiu a instituição até 1930, ano em que assume Max Horkheimer.
Mais tarde, com a ascensão do nazismo, o instituto é transferido para Genebra e Paris. Em 1935, foi transferido para Nova Iorque, Estados Unidos.
Ali, será acolhido pela Universidade de Colúmbia, até 1953, quando o Instituto para Pesquisa Social retorna à Frankfurt definitivamente.

Principais Características

Os teóricos da Escola de Frankfurt foram capazes de compartilhar seus pressupostos teóricos e desenvolver uma postura crítica. Essa postura esteve oposta ao determinismo comum às teorias positivistas.
Foram inspirados por pensadores como Kant, Hegel, Marx, Freud, Weber e Lukács,
Os “frankfurtianos” também ficaram marcados pela influência marxista, contudo, consideraram alguns fatores sociais que o próprio Marx não previu.
Sua análise recai sobre a “superestrutura”. Ou seja, os mecanismos que determinam a personalidade, a família e a autoridade, analisadas no contexto da estética e da cultura de massa.
Para os estudiosos, as técnicas de dominação seriam ditadas pela Indústria Cultural, principal responsável pela massificação do conhecimento, da arte e da cultura.
As técnicas físicas de reprodução da obra de arte, bem como sua função social também são temáticas recorrentes da escola.
Os assuntos mais recentes e que têm dominado os estudos da Escola de Frankfurt são:
  • as novas configurações da razão libertadora;
  • a emancipação do ser humano pela arte e o prazer;
  • a ciência e a técnica enquanto ideologia.

Escola de Frankfurt e a Teoria Crítica

A ênfase no componente “crítico” e “dialético” da teoria frankfurtiana são aspectos fundamentais para elaboração de um arcabouço teórico.
Assim, ela é capaz de realizar a autocrítica como forma de rejeição de toda pretensão absoluta.
Compreendida enquanto uma autoconsciência social crítica, a “teoria crítica” busca a mudança e emancipação do ser humano por meio do esclarecimento. 


Conclusão   Escola de Frankfurt consistia em um grupo de intelectuais que na primeira metade do século passado produzia um pensamento conhecido como Teoria Crítica. Dentre eles temos Theodor Adorno, Max Horkheimer, Herbert Marcuse e Walter Benjamim.

Fonte https://www.todamateria.com.br/escola-de-frankfurt/

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Ligação covalente química Sintagma língua portuguesa

Ola pessoal !

Hoje segunda feira tivemos aulas de produção de texto, literatura,língua portuguesa  e química.

Na aula de produção de texto e literatura foi classicismo e humanismo

Na aula de língua portuguesa foi sintagma nominal

Na aula de química foi ligacao covalente

Ligação covalente

Há diversas teorias de como os átomos se unem formando compostos químicos. As primeiras foram apresentadas pelo cientista suíço Torbern Olof Bergman (1735-1784) e mais tarde pelo químico francês Marcelin Berthellot (1827 – 1907), com base na força de atração gravitacional e das massas dos átomos. Com os estudos de mecânica quântica verificou-se que existe uma tendência pela busca de estabilidade segundo a teoria do octeto, por esse motivo, os elementos químicos combinam-se e realizam as ligações químicas na busca pela estabilidade eletrônica.

Linus Pauling, em 1920, leu um artigo de Gilbert Newton Lewis, que falava sobre uma teoria chamada “Chemical bond”, que tratava sobre como os elementos químicos se unem formando substâncias simples e compostas que se mantém estáveis por milhares de anos. Com essa leitura, Pauling dedicou-se a investigar mais sobre as ligações químicas e o que impedia o mundo de se desmanchar.
ligação covalente é um tipo de ligação química onde os átomos compartilham os elétrons entre si, de forma que ambos se tornam estáveis, e não há a transferência de elétron(s) de um átomo para o outro. Geralmente a ligação covalente ocorre nos elementos químicos que possuem de 4 a 7 elétrons em sua camada de valência, sendo mais comum ocorrer este tipo de ligação entre elementos não metálicos. Há casos em que há a ligação covalente entre metais e entre metais e ametais, mas esse tipo de fenômeno ocorre com menor frequência.
Existem alguns tipos diferentes de ligações covalentes, que serão detalhadas a seguir, utilizando-se a representação eletrônica de Lewis para facilitar o entendimento:
  • Ligação covalente simples
  • Ligação covalente dupla
  • Ligação covalente tripla
  • Ligação covalente coordenada ou dativa

Conclusão Ligação covalente é uma ligação química caracterizada pelo compartilhamento de um ou mais pares de elétrons entre átomos, causando uma atração mútua entre eles, que mantêm a molécula resultante unida.

Fonte  http://www.infoescola.com/quimica/ligacao-covalente/


Sintagma


O termo “sintagma” designa uma sequência hierarquizada de elementos linguísticos, que compõem uma unidade na sentença. Vale destacar que, em função do tipo de unidade que os constitui, os sintagmas denominam-se:

Sintagma Nominal

Aquela competente professora explica pacientemente variados conceitos.É importante elucidar que a sentença acima se compõe de duas unidades maiores, a saber:
  • Sujeito: Aquela competente professora
  • Predicado: explica pacientemente variados conceitos.
O sujeito apresenta três palavras:
  • “aquela” - pronome demonstrativo que o determina [chamado de DET];
  • “competente” – adjetivo que o qualifica [chamado de “qualificador” (QUA) ou de Modificador (MOD)];
  • “professora” - o seu núcleo (palavra principal), representada pelo nome (N) [substantivo].
Vale enfatizar que toda unidade, cujo núcleo é um nome (um substantivo), é intitulada “Sintagma Nominal”. Nesse contexto, há dois sintagmas nominais na sentença analisada:
  • SN¹: Aquela competente professora
  • SN²: variados conceitos. (presente no predicado - núcleo “conceitos”).

Sintagma Verbal

(toma-se como exemplo a sentença anterior)
O Sintagma Verbal (SV) compõe o predicado:
“explica pacientemente variados conceitos.”

O núcleo do predicado é o verbo (V) significativo “explica”, cuja ideia é modificada (MOD) pelo advérbio de modo “pacientemente”. Cabe frisar que o sintagma verbal pode ter o significado complementado por sintagma nominal: “variados conceitos”.
Uma visualização mais precisa dos constituintes de uma sentença, por ser feita pela construção de uma árvore sintática, cujos “galhos” indicam a hierarquia instaurada entre os referidos constituintes:


arvore sintatica


É pertinente endossar que a estrutura da árvore precisa ser binária, isto é, apresentar dois “galhos” que devem se repetir até o nível mais baixo, no qual se encontra cada palavra. O topo é representado pela sentença (S), que inicialmente é dividida em SN e SV. É cabível explicar que determinados estudiosos concebem os adjetivos, constituintes dos sintagmas nominais, como qualificadores (QUA), ao passo que outros, os definem, juntamente com os advérbios, como modificadores (MOD) dos sintagmas nominais e verbais respectivamente. Cabe esclarecer que, para uma abordagem mais clara do tema, o presente artigo adotou “QUA” para se referir aos adjetivos (cuja função é qualificar) e “MOD” para se remeter ao advérbio, que tem a finalidade de modificar o sentido de um verbo, ao indicar a circunstância em que ocorreu a ação.
Há também o chamado “sintagma preposicionado” (SP), cuja introdução é feita por uma preposição. Observe:
Luzia escreveu um livro de receitas.
Examine que quatro sintagmas integram a sentença acima:
  • SN¹ - “Luzia”
  • SV - “escreveu”
  • SN ² - divide-se em dois sintagmas: o primeiro (“um livro”) e o segundo (“de receitas”).
Note que “de receitas” é um sintagma preposicionado, visto que é precedido da preposição “de”.
Vale elucidar que os “determinantes” (DET), como o próprio nome sugere, determinam o nome (especificando-o ou não), por meio de pronomes (conforme explicação anterior), mas também, por intermédio de numerais ou artigos:
Nós não vamos dar uma festa de fim de ano, nós vamos dar a festa.

Note o quanto determinação do nome precisa ser feita com cuidado, uma vez que pode gerar diferenciados efeitos de sentido, dependendo do tipo de artigo escolhido. Perceba que se fosse dito “vamos dar uma festa”, o artigo indefinido em destaque sugeriria que se trataria de uma festa como outra qualquer. No entanto, quando se corrige, afirmando “nós vamos dar a festa”, o artigo definido revela que se trata de uma festa especial, inigualável. Em suma, a construção dos sintagmas, que integrarão as sentenças, deve ser feita com adequação, de modo que os objetivos comunicativos sejam alcançados.

Conclusao 

Partindo desse pressuposto, temos o sintagma nominal, cujo núcleo é um nome; sintagma verbal, tendo como núcleo um verbo; sintagma adjetival, cujo núcleo é um adjetivo, e os sintagmas preposicionados, geralmente constituídos de uma preposição + um sintagma nominal

Fonte http://www.infoescola.com/portugues/sintagma/

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

A Divisão Celular biologia

Hoje quarta feira  as aula foram de historia,física e biologia

Na aula de historia foi 1492 filme

Na aula de física foi correção do simulado

Na aula de biologia foi divisão celular


A Divisão Celular
Os cromossomos são responsáveis pela transmissão dos caracteres hereditários, ou seja, dos caracteres que são transmitidos de pais para filhos. Os tipos de cromossomos, assim como o número deles, variam de uma espécie para a outra. As células do corpo de um chimpanzé, por exemplo, possuem 48 cromossomos, as do corpo humano, 46 cromossomos, as do cão, 78 cromossomos e as do feijão 22.
Note que não há relação entre esse número e o grau evolutivo das espécies.

Os 23 pares de cromossomos humanos.
Os cromossomos são formados basicamente por dois tipos de substâncias químicas: proteínas ácidos nucléicos. O ácido nucléico encontrado nos cromossomos é o ácido desoxirribonucléico – o DNA. O DNA é a substância química que forma o gene. Cada gene possui um código específico, uma espécie de “instrução” química que pode controlar determinada característica do indivíduo, como a cor da pele, o tipo de cabelo, a altura, etc.
Cada cromossomo abriga inúmeros genes, dispostos em ordem linear ao longo de filamentos. Atualmente, estima-se que em cada célula humana existam de 20 mil a 25 mil genes. Os cromossomos diferem entre si quanto à forma, ao tamanho e ao número de genes que contêm.

Células haplóides e diplóides
Para que as células exerçam a sua função no corpo dos animais, elas devem conter todos os cromossomos, isto é dois cromossomos de cada tipo: são as células diplóides. Com exceção das células de reprodução (gametas), todas as demais células do nosso corpo são diplóides. Porém, algumas células possuem em seu núcleo apenas um cromossomo de cada tipo. São as células haplóides. Os gametas humanos – espermatozóides e óvulos – são haplóides. Portanto os gametas são células que não exercem nenhuma função até encontrarem o gameta do outro sexo e completarem a sua carga genética.
Nos seres humanos, tanto o espermatozóide como o óvulo possuem 23 tipos diferentes de cromossomos, isto é, apenas um cromossomo para cada tipo. Diz-se então que nos gametas humanos n= 23 (n é o número de cromossomos diferentes). As demais células humanas possuem dois cromossomos de cada tipo. Essas células possuem 46 cromossomos (23 pares) no núcleo e são representadas por 2n = 46.
Nas células diplóides do nosso corpo, os cromossomos podem, então, ser agrupados dois a dois. Os dois cromossomos de cada par são do mesmo tipo, por possuírem a mesma forma, o mesmo tamanho e o mesmo número de genes. Em cada par, um é de origem materna e outro, de origem paterna.

 
Tipos de divisão celular
As células são originadas a partir de outras células que se dividem. A divisão celular é comandada pelo núcleo da célula.
Ocorrem no nosso corpo dois tipos de divisão celular: a mitose e a meiose.
Antes de uma célula se dividir, formando duas novas células, os cromossomos se duplicam no núcleo. Formam-se dois novos núcleos cada um com 46 cromossomos. A célula então divide o seu citoplasma em dois com cada parte contendo um núcleo com 46 cromossomos no núcleo. Esse tipo de divisão celular, em que uma célula origina duas células-filhas com o mesmo número de cromossomos existentes na célula mãe, é chamado de mitose.
Portanto, a mitose garante que cada uma das células-filhas receba um conjunto complementar de informações genéticas. A mitose permite o crescimento do indivíduo, a substituição de células que morrem por outras novas e a regeneração de partes lesadas do organismo.
Mas como se formam os espermatozóides e os óvulos, que têm somente 23 cromossomos no núcleo, diferentemente das demais células do nosso corpo?

Na formação de espermatozóides e de óvulos ocorre outro tipo de divisão celular: a meiose.
Nesse caso, os cromossomos também se duplicam no núcleo da célula-mãe (diplóide), que vai se dividir e formar gametas (células-filhas, haplóides). Mas, em vez de o núcleo se dividir uma só vez, possibilitando a formação de duas novas células-filhas, na meiose o núcleo se divide duas vezes. Na primeira divisão, originam-se dois novos núcleos; na segunda, cada um dos dois novos núcleos se divide, formando-se no total quatro novos núcleos. O processo resulta em quatro células-filhas, cada uma com 23 cromossomos.



Conclusão  Divisão celular é o processo que ocorre nos seres vivos, através do qual uma célula, chamada célula-mãe, se divide em duas (mitose) ou quatro (meiose) células-filhas, com toda a informação genética relativa à espécie. Este processo faz parte do ciclo celular.
Fonte  http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/Celula3.php

terça-feira, 5 de setembro de 2017

aspectos gerais o renascimento historia

Hoje terça feira  as aula foram de

História,química,sociologia,religião,ed.física e matemática 1.


Na aula de História foi aspectos gerais o renascimento  

Na aula de química foi laboratório

Na aula de Sociologia foi Marx

Na aula de religião foi filme 

Na aula de ed.física foi xadrez 

Na aula de matemática 1 foi p.a e p.g 


Principais Características
Humanismo: o movimento humanista surge como mote para a valorização do ser humano e da natureza humana, donde o antropocentrismo (homem no centro do mundo) foi sua principal característica. O humanismo foi uma corrente intelectual que se destacou na filosofia e nas artes, e que desenvolveu o espírito crítico do ser humano.
Racionalismo: ao defender a razão humana, essa corrente filosófica foi importante para desenvolver diversos aspectos do pensamento renascentista em detrimento da fé medieval. Com ele, o empirismo ou a valorização da experiência, foram essenciais para a mudança de mentalidade no período do renascimento. Note que o racionalismo está intimamente relacionado com a expansão científica de forma que busca uma explicação para os fatos, baseada na ciência. Em outras palavras, a razão é o único caminho para se chegar ao conhecimento.
Conclusão  RenascimentoRenascença são os termos usados para identificar o período da História da Europa aproximadamente entre fins do século XIV e o fim do século XVI. Os estudiosos, contudo, não chegaram a um consenso sobre essa cronologia, havendo variações consideráveis nas datas conforme o autor. Seja como for, o período foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana. Apesar destas transformações serem bem evidentes na culturasociedadeeconomiapolítica e religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e significando uma ruptura com as estruturas medievais, o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências.
Fonte https://www.todamateria.com.br/caracteristicas-do-renascimento/

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Orações Subordinadas língua portuguesa

Ola pessoal !

Hoje segunda feira tivemos aulas de produção de texto, literatura,língua portuguesa  e química.

Na aula de produção de texto e literatura foi classicismo e humanismo

Na aula de língua portuguesa foi frase oração e período 

Na aula de química foi substancias moleculares 

Orações Subordinadas
As Orações Subordinadas são aquelas que exercem função sintática sobre outras, ou seja, a oração que subordina ou depende da outra.
Dependendo da função que desempenham, os tipos de oração subordinada são substantivasadjetivas ou adverbiais.

Orações Subordinadas Substantivas

As orações subordinadas substantivas são aquelas que exercem função de substantivo. São classificadas em: Subjetiva, Predicativa, Completiva Nominal, Objetiva Direta, Objetiva Indireta e Apositiva.
  • Oração Subordinada Substantiva Subjetiva - Exerce a função de sujeito. Exemplo: É provável que ela venha jantar.
  • Oração Subordinada Substantiva Predicativa - Exerce a função de predicativo do sujeito. Exemplo: Meu desejo era que me dessem um presente.
  • Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal - Exerce a função de complemento nominal. Exemplo: Temos necessidade de que nos apoiem.
  • Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta - Exerce a função de objeto direto. Exemplo: Nós desejamos que sua vida seja boa.
  • Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta - Exerce a função de objeto indireto. Exemplo: Recordo-me de que tu me amavas.
  • Oração Subordinada Substantiva Apositiva - Exerce a função de aposto. Exemplo: Desejo-te uma coisa: que tenhas muita sorte.

Orações Subordinadas Adjetivas

As orações subordinadas adjetivas são aquelas que exercem função de adjetivo. São classificadas em: Explicativa e Restritiva e Reduzida.
  • Oração Subordinada Adjetiva Explicativa - Destaca um detalhe do termo antecedente. Exemplo: A África, que é um continente no hemisfério sul, tem um alto índice de pobreza.
  • Oração Subordinada Adjetiva Restritiva - Restringe a significação de seu antecedente. Exemplo: As pessoas que são alegres vivem melhor.

Orações Subordinadas Adverbiais

As orações subordinadas adverbiais são aquelas que exercem função de advérbio. São classificadas em Causais, Comparativas, Concessivas, Condicionais, Conformativas, Consecutivas, Finais, Temporais, Proporcionais.
  • Oração Subordinada Adverbial Causal - Exprime a causa. Exemplo: Já que está nevando ficaremos em casa.
  • Oração Subordinada Adverbial Comparativa - Estabelece comparação entre a oração principal e a oração subordinada. Exemplo: Maria era mais estudiosa que sua irmã.
  • Oração Subordinada Adverbial Concessiva - Indica permissão (concessão) entre as orações. Exemplo: Alguns se retiraram da reunião apesar de não terem terminado a exposição.
  • Oração Subordinada Adverbial Condicional - Exprime condição. Exemplo: Você fará uma boa prova desde que se esforce.
  • Oração Subordinada Adverbial Conformativa - Exprime concordância. Exemplo: Realizamos nosso projeto conforme as especificações da biblioteca.
  • Oração Subordinada Adverbial Consecutiva - exprime a consequência referente a oração principal. Exemplo: Gritei tanto, que fiquei sem voz.
  • Oração Subordinada Adverbial Final - Exprime finalidade. Exemplo: Todos trabalham para que possam vencer.
  • Oração Subordinada Adverbial Temporal - Indica circunstância de tempo. Exemplo: Fico feliz sempre que vou visitar minha mãe.
  • Oração Subordinada Adverbial Proporcional - Exprime proporção entre as orações: principal e subordinada. Exemplo: À medida que o tempo passa, a chuva aumenta.
Conclusão   Exemplo: Aguardo que você chegue. Nessa frase há duas orações: "Aguardo" e "que você chegue". Como a oração "que você chegue" está completando o sentido do verbo transitivo direto "aguardo", portanto, esta oração exerce função sintática do objeto direto, sendo assim uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

Fonte  www.todamateria.com.br/oracoes-subordinadas/

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

DNA biologia

Oi pessoal !

Hoje quinta feira tivemos aula de matemática II, biologia, filosofia , matemática I e inglês.


Na aula de matemática 2 foi função.

Na aula de biologia foi DNA 

Na aula de filosofia foi mito da caverna

Na aula de matemática I notação cientifica

Na aula de inglês foi filme



DNA

Assuntos antes desafiadores e talvez impossíveis de resolução, como determinação de paternidade ou a resolução de crimes, por exemplo, hoje apresentam um mecanismo que permite com certa facilidade finalizar os questionamentos – o exame de DNA. Atualmente, o nível de conhecimento e desenvolvimento do estudo do DNA atingiu um nível tão elevado que já é possível o diagnóstico e a determinação da possibilidade de certas doenças, antes mesmo dos primeiros sintomas.

O DNA é a estrutura que identifica os seres vivos e apresenta características próprias que permite, mesmo em indivíduos de uma mesma espécie, diferenciá-los. Assim, pessoas de uma mesma família, irmãos, por exemplo, apresentam diferenças físicas determinadas pela variação do DNA presente em cada indivíduo.
O DNA é a sigla que abrevia o termo ácido desoxirribonucleico (ADN, em português), que é a maior macromolécula celular, formado a partir da união de compostos químicos chamados nucleotídeos. O nucleotídeo é formado por 3 substâncias:
- Base nitrogenada, que pode ser adenina, guanina, timina ou citosina; sendo que estas bases são complementares, tendo no DNA os seguintes ligantes: Adenina–Timina e Guanina–Citosina.
- Um grupamento fosfato.
- Um glicídio do grupo das pentoses, que no caso do DNA é a desoxirribose.
Os nucleotídeos estão organizados através de ligações que permitem a formação de duas fitas torcidas unidas entre si por ligações de hidrogênio (pontes de hidrogênio) entre suas bases nitrogenadas, por isso costuma-se denominar a estrutura do DNA como sendo uma dupla hélice. Esse modelo estrutural do DNA foi apresentado em 1953, por Watson e Crick e valeu a eles o prêmio Nobel de medicina ou fisiologia em 1962.
O DNA constitui a formação de nossos genes, estruturas que representam nossas informações genéticas, aquilo que determina coisas como: o tipo de cabelo, estatura, cor da pele e da íris dos olhos, a velocidade de crescimento e etc. Recebemos esses genes de nossos pais e durante a reprodução passamos para nossos filhos, através dos gametas sexuais.
A atuação do DNA, durante nossa vida, ocorre através de sua expressão. Cada gene corresponde a uma região específica da molécula de DNA, determinando, de acordo com as sequências presentes naquela região, a produção de um RNA que enviará a mensagem para a produção de determinada proteína. Desta forma, temos a produção celular de substâncias como enzimas, anticorpos, hormônios e outras tantas substâncias fundamentais para nossa subsistência.
Apenas 3% dos genes são codificantes, ou seja, expressam algum RNA que leva à produção de proteínas, os outros 97% não codificantes ainda são uma incógnita e caracterizam mais um novo desafio para a biotecnologia.
Conclusão  O ácido desoxirribonucleico é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus, e que transmitem 
Fonte http://brasilescola.uol.com.br/biologia/dna.htm

terça-feira, 29 de agosto de 2017

mundo moderno historia Karl Marx sociologia/ filosofia

Hoje terça feira  as aula foram de

História,química,sociologia,religião,ed.física e matemática 1.


Na aula de História foi mundo moderno 


Na aula de química foi laboratório

Na aula de Sociologia foi Marx

Na aula de religião foi filme 

Na aula de ed.física foi xadrez 

Na aula de matemática 1 foi p.a e p.g 

mundo moderno 

Tradicionalmente, o período histórico conhecido como Idade ou História Moderna é delimitado como tendo ocorrido após a queda da cidade de Constantinopla perante os turcos otomanos, em maio de 1453, e antes da tomada da prisão de Bastilha por populares no início da Revolução Francesa, em julho de 1789.
Entre outros acontecimentos célebres deste período, destacam-se especialmente o fim da série de confrontos entre França e Inglaterra chamada de Guerra dos Cem Anos, em 1453; a chegada do navegador genovês Cristóvão Colombo à América, em 1492; a descoberta oficial do Brasil pelo fidalgo português Pedro Álvares Cabral, em 1500; a publicação das 95 Teses pelo monge alemão Martinho Lutero e o início da Reforma Protestante, em 1517; o rompimento da Inglaterra com a Igreja Católica Romana e a fundação da Igreja Anglicana pelo Rei Henrique VIII na sequência da tentativa de seu divórcio com sua rainha de origem espanhola, Catarina de Aragão, em 1534; as Guerras da Religião francesas entre católicos e huguenotes, entre 1562 e 1598; a Revolução Inglesa, que derrubou e executou o monarca Carlos I, em 1642; a Revolução Gloriosa, que depôs Jaime II e acabou com o absolutismo monárquico em terras britânicas, em 1688; e a Revolução Americana, em 1776, que instaurou a independência das 13 Colônias americanas.
Vendo tantos eventos marcantes do período, ocorridos especialmente durante o século XVI, podemos compreender o motivo pelo qual há muito é debatido na historiografia o motivo pelo qual é a queda de Constantinopla o marco que separa de maneira tradicional o período da Idade Média do da Era Moderna, e não nenhum outro acontecimento ocorrido antes ou depois. Neste sentido, alguns estudiosos, como o historiador francês Emmanuel Le Roy Ladurie, questionaram o próprio ato de periodização da história, visto como meramente subjetivo; alguns, como o acadêmico francês Jacques Le Goff, defendem mesmo que a Idade Média teria durado até meados do século XVIII, uma vez que os onze séculos anteriores teriam entre si muito mais semelhanças do que novidades, em especial nas áreas social e econômica. Tal ideia é conhecida como “longa Idade Média”, que teria se encerrado apenas na Revolução Industrial – que, de fato, teria marcado uma alteração substancial na vida da maior parte da população, não se constituindo em apenas uma demarcação cronológica. Outra polêmica no que se refere à História Moderna se refere justamente a isso: algumas correntes historiográficas inglesas sequer trabalham com o conceito de Idade Moderna, preferindo o de Tempos Modernos e dividindo as sociedades do período em pré-industriais e industriais. Já a influente corrente histórica marxista, por sua vez, compreende que o que a cronologia tradicional vê como a Era Contemporânea é, em realidade, a Era Moderna, tendo a Idade Média terminado apenas com a derrubada dos últimos soberanos absolutistas no século XVIII.
Em meio a tantas controvérsias, a visão mais consensual da Idade Moderna está mesmo em analisá-la como uma época de transição entre sociedade feudal e a capitalista, cronologicamente situada entre o início da degradação das estruturas sócio-econômicas típicas da Idade Média - ocorrida no século XV - e o fim efetivo da Revolução Francesa com a derrota final napoleônica - evento que data de 1815. Este período em geral seria marcado principalmente por conflitos e reformas de cunho religioso, pela formação de diversos impérios coloniais pelas nações europeias e por um forte desenvolvimento artístico-científico. Em geral, o crescimento da burocracia, a atuação de mercenários militares e o desenvolvimento da diplomacia durante a época do Renascimento cultural e comercial, entre os séculos XIV e XVI, anteciparam uma tendência que se consolidaria durante o Absolutismo do século XVII, o que por sua vez possibilitaria a fortificação das monarquias nacionais europeias, num processo iniciado ainda durante o período medieval. Inaugurada por estes acontecimentos, a ascensão da burguesia acabaria por possibilitar o movimento iluminista no século XVIII e a Revolução Francesa que ocorreria em seu rastro, já no final do século. Assim, seria inaugurada uma nova estrutura política que marcaria o século XIX e possibilitaria a sociedade em que vivemos hoje.

Conclusão  O termo Idade Moderna, apesar de identificar algo novo ou atual, não se refere aos nossos tempos, ao século XXI. ... Para alguns historiadores, a Idade Moderna foi um grande período de transição do mundo medieval feudal para o mundo capitalista e burguês, o qual se inaugurou no final do século XVIII e início o século XIX.

Fonte http://www.infoescola.com/historia/historia-moderna/

Karl Marx

Karl Marx nasceu em Trier, Alemanha, em 5 de maio de 1818. Descendente de judeus, seu avô paterno, Meier Halevi Marx, foi rabino de Trier e sua mãe, Henrietta Presburg, também judia. Porém, seu pai, Heinrich Marx, se converteu ao cristianismo, não por acreditar na religião, mas para continuar a exercer sua profissão, já que nesta época, os judeus não tinham liberdade para exercer todas as profissões e realizar transações comerciais.


É interessante pensar que o principal autor da causa operária nasceu em uma família judia de classe média. A região da Alemanha em que Marx nasceu e o contexto histórico são fundamentais para compreender sua biografia e seu pensamento. O fato de seu pai ter que se converter ao cristianismo, as dificuldades que os judeus viviam apenas por serem judeus, o contexto político pré revolução e as questões filosóficas de seu tempo são aspectos cruciais para compreender sua obra.
Em outubro de 1835, Marx entrou para a Universidade de Bonn para cursar Direito, com 17 anos. Em 1836, o pai de Marx o transferiu para a Universidade de Berlim. Neste mesmo ano Marx e Jenny se tornaram noivos. Tanto a família de Jenny, quanto a de Marx não foram entusiastas do casal, o que fez com que os dois demorassem 7 anos para finalmente se casarem. A vida dos dois foi marcada pela parceria, já que Jenny transcrevia e traduzia as obras do marido. Os dois tiveram 7 filhos, dos quais dois faleceram de doenças relacionadas a pobreza em que viviam.
A principal obra de Karl Marx, intitulada “O Capital” (Das Kapital) demorou 16 anos para ser finalizada. Durante este período ele e sua família viveram períodos de grande necessidade e quase sempre foi apoiada por seu principal amigo e colaborador, Friedrich Engels. A esposa, embora filha de um barão, não conseguiu sustentar a numerosa família por muito tempo. E, apesar do reconhecimento que o autor teve após sua morte, seus livros não chegaram a fazer grande alvoroço durante a publicação.
Marx é conhecido como o fundador de uma área de conhecimento dentro das ciências humanas. Seus trabalhos versam sobre história, filosofia, economia e sociologia. É inegável a contribuição de Marx para a economia, principalmente sobre a teoria do valor econômico e com o desenvolvimento do conceitos como o de mais-valia e do fetiche da mercadoria. Para a história a concepção materialista é considerada um divisor de águas. Pensar uma saída para o capitalismo, buscando novas formas de produção e distribuição econômica que igualasse os homens em suas condições materiais e sociais, liberando-os da alienação, foi um dos maiores esforços da teoria de Marx.
A obra de Marx é quase sempre analisada a partir de suas influências intelectuais, como Hegel, Fauerbach, Ricardo e Adam Smith. O alcance de suas obras é incomensurável, mas podemos citar a Revolução Russa como um dos eventos relacionados ao impacto de sua obra. Seu nome está invariavelmente associado as teorias sobre comunismosocialismo e revolução.

Conclusão Karl Marx foi um filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, ele mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido.

Fonte  http://www.infoescola.com/biografias/karl-marx/